Não sei precisar desde quando me tem perseguido. Não sei se aceite ou rejeite.Não sei se cheira a jasmim ou se tem a cor do céu.Digo eu em jeito de “logo se vê” que: quando desejamos algo puro do fundo das nossas almas, o Universo conspira.Mas, de vez em quando, há que dar uma mãozinha ao destino, não?Acreditar que se ele me persegue é porque há uma possibilidade de deixar de ser só um mero sonho que me inquieta e me encharca a alma até aos ossos.Não sei se fuja, se me sente naquela nuvem á espera do sinal que me aponte o sentido a esta vontade tão real de ficar e de lhe dar a mão [ao destino, claro]. E agora vejo que, a palavra sentido que acabei de escrever, tem as mesmíssimas letras que destino! Destino, sentido... :)
Patrícia





