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sábado, 29 de agosto de 2009

Não sei precisar desde quando me tem perseguido. Não sei se aceite ou rejeite.Não sei se cheira a jasmim ou se tem a cor do céu.Digo eu em jeito de “logo se vê” que: quando desejamos algo puro do fundo das nossas almas, o Universo conspira.Mas, de vez em quando,que dar uma mãozinha ao destino, não?Acreditar que se ele me persegue é porqueuma possibilidade de deixar de ser um mero sonho que me inquieta e me encharca a alma até aos ossos.Não sei se fuja, se me sente naquela nuvem á espera do sinal que me aponte o sentido a esta vontade tão real de ficar e de lhe dar a mão [ao destino, claro].
E agora vejo que, a palavra sentido que acabei de escrever, tem as mesmíssimas letras que destino! Destino, sentido... :)

Patrícia

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Há Amores Assim

Chorar a ver isto é sinal que estamos muito mal, não é?!!

Deve ter sido um ataque de lamechice aguda, concerteza! :)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Dá que Pensar

Todos têm terror do silêncio e da solidão e vivem a bombardear-se de telefonemas, mensagens escritas, mails e contactos no facebook e nas redes sociais da Net, onde se oferecem como amigos a quem nunca viram na vida. Em vez do silêncio, falam sem cessar; em vez de se encontrarem contactam-se, para não perder tempo; em vez de se descobrirem, expõem-se logo por inteiro: fotografias deles e dos filhos, das férias na neve e das festas de amigos em casa, a biografia das suas vidas, com amores antigos e actuais. E todos são bonitos, jovens, divertidos, "leves", disponiveís, sensíveis e interessantes. E por isso é que vivem esta estranha vida: porque, muito embora julguem poder ter o mundo ao pés, não aguentam nem um dia de solidão.

[No Teu Deserto - Miguel Sousa Tavares]

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Existiram sempre, momentos menos bons, que nos farão inevitavelmente questionar, se tomamos a opção certa.
Infelizmente (ou não – porque de contrario, a vida seria muito previsível e perderia o encanto), não existem livros de respostas ou soluções, para as vicissitudes com as quais nos vamos confrontando diariamente. No entanto, muitas vezes, essas respostas, estão mesmo por “debaixo dos nossos olhos”, bem á nossa frente.


Simplesmente,
nem sempre estamos preparados para as receber ou entender.
Andamos de “olhos tão fechados”, que lhes viramos as costas
e distorcemos os sinais que nos são dados.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Achamos sempre que o nosso AMOR é sempre mais profundo do que o dos outros,
mais sentido do que o anterior,
maior hoje,
menor amanha
ou vice-versa… !

“Amo-te Muitoooooooooooooo”
“Amo-te daqui até á lua...”
"Amo-te daqui até ali...”
“Amei mais a Joana...”
“Amei menos o Manel...”



Um emaranhado de expressões proferidas de forma desmedida, (com certeza)!
Será que, há assim tanta gente a crer, que o AMOR possa ter um tamanho calculável?

Na minha opnão, penso que, este misterioso sentimento é algo que não se pode dar ao kg, nem tão pouco pode ser “servido á dose”.!

Também não é fácil falar dele ou defini-lo. Mas, mais difícil será medi-lo ou tentar compara-lo!
Assim como, outros valores, também este não será palpável.
É de natureza inesgotável.
Parece, muitas das vezes que tem vontade própria, (o raio do Amor)!
Aparece quando lhe apetece, desenvolve-se, e cria raízes, quando queremos ou deixamos de querer.
Não nos pede permissão para entrar, nem licença para sair!



Já o dizia o poeta "Amor é fogo que arde sem se ver".
Quanto á parte que "é ferida que dói, e não se sente"

Discordo por completo!
Pois doí e não é pouco, Camões!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Porque tu me chegaste
Sem me dizer que vinhas
E tuas mãos foram minhas com calma
Porque foste em minh'alma
Como um amanhecer
Porque foste o que tinha de ser!

[O Que Tinha de Ser - Tom Jobim]